Whatsapp: 34-92581200 chama lá :*

Vi todos se despedindo, todos aqueles que prometeram ficar comigo. Porém eu não levantava, não seguia em frente, ficava ali sentada naquele banco frio no meio do nada, com o olhar fixo em um antigo relógio que não marcava a hora certa, com algumas rachaduras devido o desgaste do tempo.
Não entendia o sentido dele, afinal qual a utilidade de um relógio se não marca as horas certas?. Foi então que um moço sentou ao meu lado, tinha uma aparência fria e distante, não disse nada, apenas me olhou fixamente e sorriu, mas não foi um simples sorriso, foi como se aquele sorriso fosse a última coisa boa que lhe restava, sua última chance de ser feliz. E de repente foi como se eu nunca tivesse me sentindo sozinha, senti meus olhos brilharem e olhei rapidamente para o relógio e ele finalmente apontava para a hora certa, automaticamente olhei para o moço e senti minha alma sorrir, foi algo do qual nunca tinha feito antes, finalmente um sorriso sincero, e foi como se ele sentisse a mesma coisa que eu senti ao receber seu sorriso.
Tudo o que me prendia aquele banco se soltou. Levantei e estendi a mão para ele, que também levantou, segurou minha mão e caminhou comigo. Sem um lugar pra ir, ou nada pra se preocupar, apenas a nossa presença bastava.

Isabel Costa.

- Não conheço muitas regras para serem seguidas na vida. – dissera ele. – Mas essa é uma delas. É simples. Não coloque nada desnecessário dentro de você. Nenhum veneno ou produtos químicos, nenhum vapor ou fumaça ou álcool, nenhum objeto afiado, nenhuma agulha que não seja essencial, sejam drogas ou tatuagens, e… Nenhum pênis que não seja essencial também.

- Um pênis que não seja essencial? – repetira Karou, adorando a rase, apesar de sua tristeza. – Existe algum que seja essencial?

- Quando aparecera um que seja essencial, você saberá. – replicara ele. – Pare de se desperdiçar tanto, criança. Espere pelo amor.

Feita de Fumaça e Osso. cup-oof-tea (via cup-oof-tea)
“A presença física não importa quando os corações estão ligados, e batendo um na frequência do outro.”
Isabel Costa. (via ar-queira)

by enchanth